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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Mototaxista morre em acidente durante suposta tentativa de assalto em Mossoró
A Central de Operações da Policia Militar registrou no inicio da noite de quarta feira 11 de Abril de 2012, um acidente, em frente a agencia dos correios no centro de Mossoró.
Um mototaxista procurou uma equipe de policiais da cavalaria do 2º Batalhão de Policia militar, informando que estava sendo perseguido por outro moto taxi, que tentou tomar sua motocicleta. O acusado chegou a anunciar o assalto. A vitima fugiu e foi perseguida. Na perseguição, o suposto assaltante teria caído da motocicleta e se encontrava desacordado.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Corpo de mulher sem identificação é encontrado na Praia de Santa Rita
Uma mulher ainda não identificada foi encontrada morta na noite desta segunda-feira (5), na Praia de Santa Rita, em Extremoz. O corpo estava na frente de uma casa de veraneio e sem sinais de violência. De acordo com policiais militares que isolavam o local, um morador ligou para o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública após passar no local e ver o corpo da jovem.
A vítima, que aparentava ter idade entre 20 e 25 anos, estava despida e nenhuma roupa foi encontrada próximo ao corpo, o que levou os peritos do ITEP a desconfiar que ela pode ter morrido em outro local.
No corpo da mulher, no entanto, os peritos observaram cinco tatuagens. Em uma delas, na nuca, o nome Michely, o que leva a crer que é o nome da vítima. Além de outra tatuagem no braço com a inscrição: “amor só de mãe”.
O delegado Aldo Lopes, da Delegacia de Plantão esteve no local e disse que irá ouvir moradores, a fim de saber se alguém teria deixado o corpo da mulher no local. “Vou ouvir moradores e tentar saber se alguém deixou a vítima aqui no local. Pra mim ela não morreu nesse ponto”, disse.
Fonte: Portal BO
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A morte da Juíza e a prática da “troca” de munição em unidades policiais
A imprensa divulgou que a munição utilizada para executar a Juíza Patrícia Acioli é oriunda de um lote adquirido pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Por si, a notícia já caracteriza um absurdo, ter uma agente do Estado que cumpria seu dever sendo morta com instrumentos do próprio Estado, que deveriam servir justamente para garantir sua ação legal e legítima. Está exposta, assim, mais uma das contradições cotidianas na cambaleante segurança pública brasileira – que possui variações locais, mas sempre com gêneses e efeitos semelhantes.
Os motivos pelos quais os estojos de munição da PMERJ foram encontrados na cena do crime, só (talvez) a investigação dirá, porém, vamos aproveitar este caso para criticar uma possibilidade, que é a astuciosa (e criminosa) prática de permuta de munição por policiais em serviço. Explico.
É sabido por todos os policiais minimamente instruídos sobre armamento e tiro que as munições “originais”, aquelas compradas diretamente na fábrica, no caso em tela, na Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), possuem qualidade superior a, por exemplo, munições recarregadas – geralmente utilizadas para treinamento em stands de tiro – e até mesmo a munições originais, mas já há muito tempo estocadas.
Nas polícias, ou em unidades militares, dificilmente se conseguirá “perder” involuntariamente material bélico, salvo em roubos ou furtos facilmente detectados (mesmo que não se descubra a autoria). O controle, através de livros de parte e cautelas assinadas pelos policiais que fazem a carga momentânea do armamento, é relativamente rigoroso. Mas para detectar se cada cartucho devolvido é ou não o que foi entregue ao policial no início do serviço, aí são outros quinhentos.
É possível que a origem da munição que vitimou a Juíza Patrícia Acioli tenha sido esta permuta ilegal de cartuchos, e o policial, ou um seu comparsa, tenha ignorado que estava utilizando material bélico oriundo do Estado. Ou não. Outras tantas possibilidades existem, ficando a cargo das investigações o detalhamento. O certo é que esta “troca” de munições, às vezes feita com o objetivo de usar os cartuchos até mesmo de forma legal, em armamento devidamente registrado, pode ter consequências devastadoras à carreira do policial “esperto”. Evitar esta prática é um desafio, e uma necessidade, para as polícias.
Fonte: Abordagem policial
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
COMANDO DA PMRN PARA 2011? Só Deus e Rosalba Sabem
Com um ano vono chegando junto com novo governo, várioa nomes surgem como supostos sucessores para o cargo de Comandandte Geral da PM RN.
Alguns policiais militares iniciaram um movimento denominedo "FICA CORONEL" em prol da permanência do atual Comandante, Coronel Araújo. Entretanto, outros nomes surgem com a iminência da Governadora eleita, Rosalba Ciarlini, assumir.
Depois da especulação do nome do Coronel Elias para o Comando da PMRN, um novo nome surge: Coronel Freitas.
O nome do Coronel Freitas surge como um dos mais fortes para a sucessão do Comando Geral da PM. Ele foi comandante do 2º Batalhão, sediado em Mossoró, na mesma época em que Rosalba era prefeita daquele município. Também foi comandante do 10º Batalhão, em Assú, e atualmente exerce a função de Diretor de Ensino da PMRN.
A notícia foi dada no blog da Thaísa Galvão como "quase prego batido e ponta virada".
Matéria criada pela Sd Glaucia com modificações GRN

